o caos (feed)

Planejamento de website

Objetivo

Criação de site para cliente, integrante de planejamento de marketing digital.

Cliente

Empresa de viagens e turismo.

Agência Poá

Agência experimental criada durante o tcc.

Execução do planejamento

Leonardo Valverde

Execução

Definição de objetivo

Benchmarking

Mapa do site

Orçamento

Projeto apresentado e aprovado pelo cliente.

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Resposta de pesquisa online

Problemática

Obter respostas para pesquisa do tcc.

Público

Círculo de amigos do facebook.

Solução

Utilizar linguagem informal, com toques de humor e memes.

Postado em perfil pessoal, 2017.

Texto

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Resultado

Azinho

Eu sinto uma tristeza.
Dessas que são devagarinho,
dessas que te adoecem um pouquinho.
Que te adoecem e que te deixam sem saber como viver.
.
É a tristeza azul-clarinho,
que me tocou aqui no ninho,
que me levou pelo cantinho,
que me fez lembrar você.
.
Mas a tristeza já tem nome,
e ele é pequenininho,
ele é todo arrumadinho,
é nome que já vou dizer.
.
O nome fica bem juntinho,
o nome veio de mansinho,
o nome dela é da sua cor,
o nome dela é azinho.

Postado originalmente em Março de 2013.

O poema da casa vazia

Era uma vez uma casa
que de dia sorria.
Gargalhava e brincava, e
era só alegria.
.
E a tarde também
a casa Ninguém
vivia a sintonia.
.
Um sorria pro outro,
e era só alegria.
Surgia uma graça,
vinha então a pirraça,
desabrochava uma valsa,
e era só alegria.
.
Mas à noite,
a casa,
tão vazia e sem graça,
era vaiada na praça;
o inferno parecia.
.
Vinha uma nuvem cinzenta,
que de toda tormenta,
nem ao menos aguenta
da casa
a
sintonia.
.
Essa nuvem trazia,
desde os tempos de cria,
na testa, uma marca:
de amargura sofria.
.
Amargurada vivia,
e ia cega, vazia,
escurecer a casa,
escurecer meu dia.
.
E era sempre assim,
sempre assim,
todo dia.
Vivia bem a casa,
mas era só de dia.

Postado originalmente em Março de 2013.

Um poeminha de nada

Passou outubro
e eu não escrevi nada,
passou um mês
e não veio nada.
.
Veio eu,
veio outro eu,
veio o seu,
mas não veio nada.
.
Não vi ninguém,
não fiz nada.
Sorri pra alguém,
mas não falei nada.
.
Desci do trem,
ouvi “meu bem”,
pedi “Não vem”,
e não veio nada.
.
Olá, Novembro,
não te peço nada.
Chegue ameno,
Oh, não pedirei mais nada.
.
Mas esteja atento,
venha como o vento,
não me traga tormento,
nem me esconda nada.
.
Ah, meu amigo lento,
não me diga nada.
Desrespeitei Novembro,
posso fazer nada.
.
Se passou Outubro
e não escrevi nada,
vou musicar um poema
e criar uma balada.
.
E agora terminando,
vou quebrar essa parada.
E vou quebrando,
quebrando,
quebrando,
e quebrando.
Coisa nenhuma.

Postado originalmente em Outubro de 2012.

Fé no café

Ca fé eu vou,
e café eu vou tomar.
E se não,
dou-te uma surra de cinto,
pois sabes bem que eu não minto.
Um dia ainda vou me esbaldar!

Postado originalmente em Agosto de 2012.

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